Transparência e Segurança Operacional

Dúvidas Frequentes

Respostas claras e objetivas sobre a análise de crédito, documentação exigida, vistoria de bens e o respaldo regulatório das nossas operações.

A análise avalia seus dados cadastrais, capacidade de pagamento, histórico financeiro nos órgãos de proteção ao crédito (Serasa, Boa Vista) e o histórico de operações registrado no Sistema de Informações de Créditos (SCR) do Banco Central. A simulação inicial pode começar de forma digital, mas a estruturação da estratégia e a validação documental são conduzidas diretamente por nossa consultoria técnica.
O atendimento presencial em nossos escritórios assegura máxima transparência e segurança jurídica para ambas as partes. Esse contato direto previne fraudes digitais, valida a autenticidade dos documentos com rigor e permite que você tire todas as dúvidas detalhadamente com um consultor homologado antes de formalizar qualquer proposta.
Não. Nenhuma instituição autorizada pelo Banco Central solicita adiantamentos, depósitos em contas de terceiros ou taxas via Pix como condição para aprovação ou liberação de recursos. Todas as despesas operacionais da transação (como laudos de avaliação e registros públicos de garantia) são transparentes e constam formalmente no contrato.

Pessoa Física: Documento oficial de identificação com foto (RG ou CNH), CPF, comprovante de residência recente (últimos 90 dias) e comprovantes de renda.

Pessoa Jurídica: Contrato social consolidado, faturamento fiscal dos últimos 12 meses, balanço patrimonial e documentos dos sócios administradores.

A comprovação é realizada mediante a Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física ou Jurídica (com recibo de entrega), extratos bancários de conta corrente dos últimos 3 a 6 meses e demonstrações contábeis oficiais (como balancete ou DRE assinados por contador).
Sim. A composição de renda é permitida. É possível somar os rendimentos com cônjuge, companheiro(a) em união estável e, dependendo da política de crédito da instituição parceira, com familiares de 1º grau (como pais, filhos e irmãos).
Seguindo as normas de prudência do mercado financeiro, a parcela mensal deve comprometer no máximo 30% da renda bruta comprovada (individual ou do grupo familiar). Esse teto preserva o equilíbrio financeiro durante todo o período do plano.
A disponibilidade de recursos próprios amplia a flexibilidade do seu plano, permitindo reduzir o valor das parcelas mensais, diminuir o prazo do contrato ou acelerar a liberação do crédito de acordo com a estratégia desenhada para o seu perfil.
Sim. Na aquisição de imóveis residenciais urbanos, o saldo do FGTS pode ser utilizado para compor recursos próprios, amortizar o saldo devedor ou abater parcelas, desde que o proponente e o imóvel atendam às regras da Caixa Econômica Federal e do Conselho Curador do FGTS.

O bem passa por análise técnica e jurídica para garantir total segurança à operação:

Imóveis: Avaliação de engenharia/vistoria física e verificação de certidões da matrícula (livre de ônus ou pendências judiciais).

Veículos e Pesados: Laudo cautelar, conferência de histórico, ano de fabricação e enquadramento nos índices de mercado (Tabela FIPE ou Molicar).

Sim. Os recursos podem ser destinados à aquisição de bens novos, seminovos e usados (conforme os limites de ano e conservação de cada categoria), bem como para construção, reformas, terrenos e ampliação de maquinários comerciais.
O custo total contempla o valor líquido do crédito disponibilizado, as taxas de remuneração da operação informadas na contratação, seguros de proteção financeira e despesas acessórias de avaliação da garantia e registro em cartório ou Detran.
Para a emissão definitiva do contrato e liquidação do valor, o cadastro precisa estar regular perante a Receita Federal e sem anotações nos órgãos de proteção ao crédito. Havendo pendências, o consultor orienta as etapas prévias de regularização cadastral.
Após a aprovação cadastral, validação das certidões e registro formal da garantia fiduciária, o pagamento é transferido integralmente à vista e de forma direta para a conta bancária do vendedor ou proprietário do bem.
Sim. Todas as operações são estruturadas em conjunto com instituições financeiras autorizadas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O atendimento presencial é conduzido por consultores certificados pelas normas oficiais do setor (como FBB-100 e PCA-10).

Ainda ficou com alguma dúvida?

Nossa equipe de especialistas está pronta para orientar seu planejamento e apresentar a melhor solução para o seu momento.